sexta-feira, 11 de novembro de 2011

As melhores técnicas de estudo!!!

Ajude o seu filho a conseguir melhores notas 


Quem nunca imaginou que a vida escolar seria bem mais fácil se existisse uma receita
mila­grosa para aprender todas as matérias...
Teste de História amanhã? Não há pro­blema. Com este comprimidinho fico a saber tudo num instante...
Ou então, teste de Mate­mática? Carrego neste botão no braço e a matéria fica dominada! Era bom...
A verdade é que estudar dá trabalho, conso­me tempo e nem sempre conduz aos desejados bons resultados. Não há nada mais desmotivan­te para quem passou horas à frente dos livros do que receber uma nota negativa. Tanto tempo a estudar, para isto! O que isto significa é que há qualquer coisa que tem de mudar na estratégia de estudo. Antes de mais nada, é preciso aprender a estudar.
A importância da motivação
O primeiro passo para o sucesso é encarar a vida escolar como uma profissão. E, como em
qual­quer emprego, é preciso desempenhar as tarefas da melhor forma possível.
A diferença da profissão de estudante em relação às outras é que o ordenado só se recebe mais tarde... muito mais tarde! Notas, por enquanto, só as que os professores dão. A motivação tem mesmo de vir de dentro.
Optimizar o estudo
Se o seu filho é desorganizado, ensine-o a organi­zar-se. Com disciplina e rigor obterá bons resulta­dos. Parece-lhe que ele tem dificuldade em gerir o tempo? Então, ajude-o a criar uma rotina de tra­balho, pois só assim o estudo será realmente efi­ciente. E se o tempo aplicado a estudar for de qua­lidade, ambos ficarão contentes por perceber que lhes sobra mais tempo para outras actividades.
A rentabilização do tempo dedicada à aprendi­zagem depende das estratégias aplicadas no estudo das diferentes disciplinas, da atenção prestada nas aulas, da forma como se fazem apontamentos, do ambiente de estudo e até dos colegas que fazem parte do grupo de trabalho.
Por isso, não perca a oportunidade de analisar e modificar, se for caso disso, as condições em que o seu filho trabalha.
Ambiente favorável
A capacidade de retenção de informação pode ser prejudicada pelo ambiente de estudo.
Um lugar calmo, bem iluminado, arejado e aco­lhedor poderá ajudar o seu filho a estar mais concentrado. Ouvir música enquanto estuda nem sempre é uma boa opção. Se não gostar de uma canção, irá mudar de faixa ou de estação. Se gostar, poderá ter tendência para cantarolar, lembrar-se de situações que associa àquela música e... já não está concentrado! A televisão, mesmo com o som des­ligado, é uma tentação ainda pior. Retomar o estu­do depois destas pausas custa muito mais. Por isso, a solução é fácil. Seja rígido e desligue o botão.
Planifique o estudo
Uma boa estratégia para arrumar as ideias é ela­borar um horário semanal em que se incluam tan­to as horas que o seu filho passa nas aulas como o tempo que dedica a actividades desportivas ou outras que efectue regularmente. Das horas que sobram, deve seleccionar aquelas que irá dedicar ao estudo e a momentos de descanso e lazer. Des­ta forma, em cada semana, fica antecipadamente reservado tempo para estudar ou realizar trabalhos de casa.
Claro que, se conseguir fazer com que o seu filho cumpra este horário à risca, será uma heroína. Nem sempre é fácil. Por outro lado, ele deve ter um horário mensal em que possa registar as datas de testes ou de entrega de trabalhos, para que nada seja esquecido.
Ensine o seu filho a tratar a informação
Embora não seja suficiente, estar com atenção nas aulas facilita o sucesso. Mas nem todos os alunos sabem tirar o máximo partido dessas horas preciosas. Confir­me se o seu filho sabe fazer apon­tamentos, esquemas e resumos das matérias. 
Por exemplo, para tirar apontamentos, pode-se usar um sistema de abreviaturas, em vez do estudante perder tempo e concentração a tentar escrever tudo o que o professor diz.
Além disso, também pode utilizar outras técnicas, tais como usar diferentes esti­los de sublinhados para destacar as ideias prin­cipais ou utilizar esquemas para uma melhor visualização dos assuntos.
Como preparar testes ou exames escolares
A preparação para os testes e exames não se faz na véspera.
No dia anterior, o melhor a fazer é descansar e dar uma vista de olhos rápida ao que já deve ter sido bem estudado ao longo de vários dias ou semanas. Aconselhe o seu filho a ir fazen­do gradual e diariamente a revisão das matérias dadas nas aulas. A memória agradece. Além dis­so, estudar antecipadamente faz com que haja tempo para esclarecer com o professor qualquer dúvida que surja.
Incentive-o a ler muito e bem
A fluência de leitura é determinante. Se o seu filho lê de uma forma pouco fluente, irá perder mais tempo a descodificar a mensagem do que a inte­riorizar os conteúdos. Para melhorar a velocidade de leitura, incentive-o a ler em voz alta e vá ava­liando os progressos. «A prática da leitura rápida aumenta a intensidade da compreensão».
Como usar a Internet
É uma óptima ferramenta de tra­balho, mas, pode «tornar-se aliada do fracasso». Pesquisar é bom. Cor­tar e colar, sem ter o trabalho de seleccionar e tratar a informação, é muito mau. Assegure-se de que o seu filho consulta sites seguros, nos quais poderá recolher infor­mação fidedigna. Discretamen­te, vá controlando a utilização que é feita da net e alerte o seu filho para os perigos de transmitir dados pessoais a estranhos.
Mensagens úteis para motivar o seu filho 
Estas são algumas das frases que pode (e deve) usar para motivar o seu filho:
- «Não estudes apenas aquilo que gostas. Dedica-te às matérias que aches mais difíceis»

- «Valoriza os teus sucessos»

- «Aprende com os erros»

- «Descansa bastante e procura relaxar»

- «Não te esqueças de fazer os trabalhos de casa»

- «Treina a apresentação dos trabalhos. Pede a um amigo ou aos pais para serem o teu público»

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ansiedade excessiva em crianças

Algumas doenças que pensamos serem doenças de adultos estão atingindo cada vez mais as crianças. Os transtornos de ansiedade ocorrem em crianças, sim, e não é manha como alguns adultos pensam. Precisam de atenção dos pais para que não comprometam a vida dos pequenos.

"As pressões da sociedade de hoje exigem da criança um amadurecimento cada vez mais cedo. E essa pressão aumenta a ansiedade nas crianças".

A ansiedade da criança é a manifestação exagerada de preocupações diante de alguma situação teoricamente simples. Por estar ansiosa, a criança às vezes sente dores de barriga reais quando não quer ir à escola por algum motivo.
O corpo manifesta as emoções sentidas e com as crianças isso não é diferente. Dores de cabeça, de estômago, coração acelerado ou mesmo falta de ar podem ser sentidas pela criança realmente e não ser só uma desculpa para não dormir sozinha.
A ansiedade exagerada é aquela que acaba atrapalhando a vida quotidiana da criança. Pode aparecer na forma de medo, tensão muscular, preocupação com eventos futuros, isolamento e dificuldade ou queda no rendimento escolar.
Os transtornos de ansiedade se não tratados adequadamente podem evoluir para a depressão e por isso a procura por ajuda especializada é muito importante para que as causas sejam conhecidas o mais precocemente possível.
Os pais precisam estar atentos para perceber as mudanças do comportamento do seu filho para ajudá-lo a superar qualquer insegurança que possa se tornar motivo de preocupação extrema.
Quando a criança começar a não querer brincar no parque a que vai frequentemente, o melhor é conversar e tentar entender o motivo e junto com o pequeno fazê-lo superar da melhor forma possível o que o angustia.
Crianças com potencial em determinado desporto não podem ser pressionados pelos pais a obter rendimentos de campeões olímpicos. Incentivo é diferente de pressão.

Tratamentos contra a ansiedade - Caso a ansiedade da criança já esteja interferindo na vida quotidiana, o melhor é procurar ajuda, seja do médico psiquiatra ou de um psicólogo. A psicoterapia e a medicação são os tratamentos realizados para crianças com ansiedade exagerada.
Para crianças menores de cinco anos, são recomendados remédios fitoterápicos. Já as que possuem mais de cinco anos de idade já usam medicações antidepressivas.

Sugestões
Converse muito com seu filho, sempre. É a melhor maneira de sentir pequenas mudanças no comportamento da criança.
Não tenha medo caso o psiquiatra receite alguma medicação, existem doses e remédios indicados para a infância, mas não deixe de tirar todas as suas dúvidas antes de sair do consultório.
Demonstre sempre muito carinho para o seu filho e que está sempre ao seu lado para que ele supere suas dificuldades.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Seu filho não gosta da escola? A culpa pode ser sua...

A atitude dos pais é fundamental para a criança desenvolver o desejo pelo saber e o gosto pelo ambiente escolar.
Gosto pelo aprender deve ser estimulado pelos pais
Não dá para exigir que o filho seja um aluno brilhante se ele cresceu comendo só sopa e vendo televisão. Uma visão restrita do mundo e a ausência de esforço para descobrir e aprender coisas novas podem comprometer o futuro escolar de uma criança. A aprendizagem começa nos momentos mais simples e corriqueiros da vida e os pais podem fazer muito mais do que ler livros na frente dos filhos ou contar histórias para incentivar o hábito da leitura. É preciso valorizar o conhecimento.
A disposição para estudar está relacionada com a forma com que os pais mostram o mundo para os filhos desde pequenininhos. Para desenvolver o seu potencial, a criança precisa ser estimulada. Quando o desejo pelo saber é cultivado desde o berço, ela carregará isso para o resto da vida.
É importante poder comer livremente, sem medo de sujar a roupa, para experimentar com prazer os variados alimentos. É assim que se aprende a fazer uma refeição saudável. Também é importante ter alguém com paciência para ouvir uma longa história aparentemente sem pé nem cabeça. É assim que a criança desenvolve vocabulário e aprende a colocar início, meio e fim a um enredo.
Muitos pais só acordam para importância do saber e do aprender quando os filhos começam a ter dificuldades na escola. Quando isso acontece, muito tempo e muita coisa importante já foram deixados para trás. É mais difícil tirá-los de uma zona de acomodação do que valorizar passo a passo os resultados que alcançam mediante o esforço para aprender cada coisa do dia a dia.

Disciplina e aprendizagem

Cabe à família contribuir para a aquisição do saber e mostrar as funções da escola. Está nas mãos dos pais motivar e disciplinar a criança para a vida escolar. “A disciplina favorece a aprendizagem. E o vínculo que a criança faz com a aprendizagem passa pela relação com o professor e com a família. A primeira aprendizagem começa na família. O saber começa em casa”.
 
Gostar da escola é diferente de gostar de estudar, mas quando a criança gosta da escola já é meio caminho andado. A postura da família é fundamental na adaptação do aluno. Se os pais vivem criticando os professores e a escola, acabam desmotivando a criança ou o adolescente.
Canso-me de ouvir pais reclamando que “a escola marca testes para segunda-feira e estraga o domingo da família”. Com afirmações como essa, a escola está sendo desacreditada e desvalorizada. A insatisfação com procedimentos da instituição de ensino e com erros dos professores deve ser tratada diretamente na escola, e não comentada de forma desrespeitosa com os filhos.
O futuro está sendo preparado quando os pais investem em brincadeiras e estímulos culturais e sociais da aprendizagem. Meninos e meninas precisam viver com papel e lápis nas mãos, ouvir e contar histórias, folhear livros e revistas, brincar de correr, de esconde-esconde, de jogar dominó, quebra-cabeça e tantos outros jogos que favorecem o desenvolvimento de áreas do cérebro associadas ao aprendizado. Descobrindo a beleza das árvores em um parque, os mistérios das prateleiras de uma biblioteca e a diversidade dos animais de um zoológico, eles despertam para o saber e podem compreender que a escola é um lugar valioso para aprender ainda mais.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Aprender com os nossos amigos!!!

Como "ENSINAR" a criança a gostar de Ler.



  •  Além do prazer de entrar em um mundo imaginário, a leitura iniciada na infância pode ser a chave para um bom aprendizado escolar;
  •  Familiarize a criança com os livros. Deixe que desde os primeiros meses de vida ela entre em contato com eles, tocando-os e sentindo sua textura. Nesta etapa, escolha livros de tecido, plástico ou outros materiais resistentes;
  • Contar história é o primeiro passo para a conquista de um novo leitor. Se ouvir histórias com temas atraentes, a criança pedirá outros livros para que alguém leia para ela e, mais tarde, para que ela mesma os leia;
  • Destine um tempo para a leitura em família e faça desse espaço um lugar de encontro e de comunicação. Leia em voz alta, tente dramatizar a leitura identificando os diálogos com os personagens da história;
  • No início, escolha histórias que você goste, mas depois deixe que as crianças façam sua própria escolha;
  • Não espere que logo nos primeiros dias a criança fique atenta. Por isso, invente formas de tornar a leitura divertida e brincar com os livros;
  • É sabido que as crianças seguem exemplos.Se virem seus pais lendo, farão o mesmo;
  • Outra maneira de ler, principalmente se a criança está em idade pré- escolar, são os livros só de ilustrações para que criem suas próprias histórias. Posteriormente, dê livros com ilustrações e textos breves, com letras grandes, para facilitar a aprendizagem da leitura;
  • Quando ela aprender a ler, estimule-a a fazê-la em voz alta. Não a interrompa a não ser que ela peça ajuda.
    Responda suas perguntas e explique o significado das palavras
    procurando a resposta no próprio livro.
    Assim a criança aprende que é importante fazer consulta enquanto se lê;
  • A partir do momento em que a criança já está lendo, com alguma habilidade, é importante acostumá-la a ler em silêncio;
  • Na medida em que ela cresce e adquire o gosto pela leitura, deixe à sua disposição livros com menos ilustrações e mais textos, tendo sempre
    o cuidado de escolher temas adequados para a sua idade;
  • Nunca associe o ato de ler a uma obrigação e menos ainda a um castigo, o que poderá afastá-la da leitura por muitos anos;
  • E importante ensiná-la a apreciar e cuidar de seus livros. Dê livros de presente;
  • As atividades culturais são uma outra forma de leitura. Leve as crianças
    para museus, galerias de arte, jardim zoológico e para assistir peças de teatro
    infantil. Isso trará novos interesses e vocês poderão conversar e ler sobre o que
    viram;
  • Estimule a visita a bibliotecas;
  • Ao sair de viagem ou quando for a um lugar que tenha que esperar como médico, dentista e outros, leve livros para entreter as crianças durante o
    tempo em que estiverem ociosas.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida.


Fala-se muito em incutir regras…
As regras são essenciais… mas se ao invés de as impormos, se as decidirmos em conjunto com as crianças… ??
Ex.: Estão muitas crianças a brincar no recreio/na zona da casinha. Gera-se uma certa confusão. É altura certa para o educador negociar com as crianças e fazê-las pensar e agir… pode questioná-las”não acham que está muita gente na casinha? acham que conseguem brincar com esta desarrumação? quantos meninos acham que podem estar aqui ao mesmo tempo”… assim as regras farão sentido para as crianças!!!
Deixo um texto interessante:
“Descrevemos os limites como uma regra que indica o que é que não é permitido em determinada situação ou pelo contrário o que determina um determinado comportamento.”

Existem três motivos fundamentais para o estabelecimento de limites: evitar danos materiais, físicos e psíquicos; garantir o direito de cada um à actividade e prevenir o caos.

Segundo Leavers , são sete as “regras de ouro” para os limites:

1. Explorar os nossos sentimentos e descobrir os nossos limites – olhar para uma situação problema e descobrir até que ponto ela nos afecta;
2. Examinar o efeito dos limites nas crianças – devemos tê-las em conta e não nos basear só na nossa sensibilidade (reflectir: até que ponto este limite anula a iniciativa das crianças? O limite tem um efeito favorável na implicação?)
3. Observar antes de estabelecer os limites;
4. Procurar o limite que tem menos efeitos secundários – existem muitos limites para prevenir comportamentos indesejados, devendo as soluções mais radicais ser evitadas;
5. Procurar justificar os limites estabelecidos – as crianças aceitam mais facilmente os limites se tiverem sentido para elas;
6. Estabelecer os limites com base em acordos e não tanto em ordens – ex: “nós tínhamos combinado…” ao invés de “é assim que eu quero…”;
7. Concretizar os limites – é preciso ter paciência, repetir, manifestar compreensão, uma vez que as crianças não aprendem os símbolos de um dia para o outro. Uma estratégia que pode ser utilizada é a afixação de sinais e símbolos.

sábado, 17 de setembro de 2011

Vertente lúdica da aprendizagem


Aprendizagem pode ser:
“aquisição de conhecimentos pela experiência ou atividade intelectual, geralmente com o fim de se poder realizá-los ou pô-los em prática; aquisição da capacidade de fazer, praticar ou empreender um ato, ação ou qualquer coisa; aquisição da capacidade técnica de exercer uma profissão; ensino dado a alguém, especialmente a um aluno, com a finalidade de fazê-lo atingir um objetivo.”